A AHP (Associação de Hotelaria de Portugal) pretende ver a lei da greve alterada.
Apoio totalmente essa pretensão.
Aliás, os argumentos da associação são muito semelhantes aos que ontem aqui deixei expressos.
Lê-se no comunicado da Associação de Hotelaria de Portugal:
“Não podemos ficar “reféns” de uma lógica passada de defesa de um direito constitucional que se sobrepõe à evolução que o mundo sofreu”, sublinha a AHP em comunicado à imprensa, explicando que “a situação crítica gerada pelo anúncio das greves e a intervenção do tribunal arbitral no sentido de fixar “serviços mínimos” muito redutores, obriga a colocar em cima da mesa a alteração da Lei da Greve”.
"Para a associação, “ainda que os controladores aéreos e os pilotos da TAP tenham recuado nas greves, parte dos prejuízos para o sector do turismo são já irreversíveis”, o que se traduz nos inúmeros cancelamentos registados.
“Para lá dos impactos directamente económicos, acrescente-se o impacto que a concretização das greves tem no emprego, na falência das empresas, as oportunidades que perdemos do país se afirmar e ganhar quota perante outros destinos concorrentes, a má imagem que a desestabilização social projecta. De resto, os motivos invocados eram de difícil compreensão e os grupos socioprofissionais envolvidos são claramente privilegiados relativamente aos demais”, considera Miguel Júdice, presidente da AHP. " (...)
O sublinhado é meu.
Ver aqui: AHP quer alteração à lei da greve
Os privilegiados gostam de fazer greve no verão.

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