quinta-feira, 5 de julho de 2012
Entretanto, em França, os ricos vão pagar a crise! Ah oui!
Como arrecadar 7,2 mil milhões de euros em receitas adicionais, mais do que o suficiente para conseguir um défice público dentro dos objectivos acordados com Bruxelas?
Assim:
- Taxa de 3% sobre os dividendos pagos aos accionistas.
- As contribuições a pagar ao Estado pelas ‘stock-options' pagas aos executivos, bem como as acções entregues de graça aos altos quadros, vão subir de 22 para 40%.
- A taxa sobre as transacções financeiras passa para o dobro.
- Os bancos irão pagar um imposto adicional.
- As empresas petrolíferas vão pagar uma sobretaxa sobre as suas reservas.
- As grandes firmas - com um volume de negócios anual superior a 250 milhões de euros - terão que pagar antecipadamente a contribuição excepcional de 5% a que se encontravam sujeitas desde 2011. - - Todos os que ganham mais de um milhão de euros por ano vão estar sujeitos a um "imposto de solidariedade" especial sobre os seus vencimentos de 75%.
Aprende, Passos Coelho!
Mas tu és refém do tráfico de influências de maçonaria, bloco central de interesses, grandes empresas e escritórios de advogados, não é?
Por exemplo, porque é que há um escritório de advogados que "nomeia" os ministros da defesa, incluindo o atual?
E como é que o deputado Miguel Frasquilho, director-coordenador do departamento Espírito Santo Research do Banco Espírito Santo, é vice-presidente da comissão parlamentar que acompanha o programa de assistência internacional?
Pois, cá não são os ricos que pagam a crise.
Cá os ricos dão emprego aos políticos para que os "pobres" paguem a crise...
Parlamento: ninho de interesses
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